terça-feira, setembro 20, 2005

Confissões de uma adultolescente

Nas últimas semanas eu confessei que me apaixonei duas vezes, por duas pessoas completamente diferentes. Muito mais do que isso, diferentes das pessoas com as quais eu realmente me identificaria.

Mas a verdade é que tenho me sentido muito solitária. E o mais difícil foi descobrir que a pior solidão é aquela que você sente quando está rodeada de um milhão de pessoas.

A real de todos estes turbilhões de emoções e explosões criativas vêm da terrível saudades que sinto do homem que eu amei e ainda amo. Continuo capaz de sorrir ao lembrar nosso momentos juntos e meu único desejo era que eles nunca acabassem.

Seu gosto ainda mora em meus lábios, ouço o som da sua voz, lembro do seu sorriso maroto e me arrepio ao lembrar de sua pele.

Tudo o que é bom dura muito pouco, mas saudades é para sempre.

segunda-feira, setembro 19, 2005

Essa vida de adultolescência

Há 4 semanas eu confessei, aqui, que estava apaixonada. Bastou um único e exclusivo fim de semana, para perceber que era a maior roubada! Caí fora rapidinho. Chega de churumelas... já me bastam 2 personagens de historinhas mal resolvidas e muitas lágrimas.

Bom, mas nem tudo é perfeito na vida de uma adultolescente. Não é que me apaixonei de novo!!!

Arghhhhh!!! Que dureza.... só espero que desta vez dure mais do que meros 7 dias .... quem sabe uns 10 ... se rolar beijo na boca, mesmo que seja só um, já está valendo!

Fuja!!!

Se alguém te perguntar se você está afim de ver Regina Duarte no teatro, diga que precisa urgentemente lavar o cabelo, fazer a unha ou assitir a qualquer coisa na TV.

O importante é fugir desta experiência dolorida!
Ninguém merece!

domingo, setembro 18, 2005

Explosão de idéias

Pode apostar, vem aí: Hoje, Todas as Mulheres do Mundo, A Galinha do Vizinho Bota Ovo Amarelinho e 30 coisas que eu não sabia até fazer 30!

Paixão sobre rodas

Ser ou nao ser de ninguem? - por Arnaldo Jabor

Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, nos bares, levanta os braços, sorri e dispara: "eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também".

No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração "tribalista" se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do
amigo mais próximo e reclamam de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição. A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu.

Beijar na boca é bom? Claro que é! Se manter sem compromisso, viver rodeado de amigos em baladas animadíssimas é legal? Evidente que sim. Mas por que reclamam depois? Será que os grupos tribalistas se esqueceram da velha lição ensinada no colégio, onde "toda ação tem uma reação".

Agir como tribalista tem conseqüências, boas e ruins, como tudo na vida....

Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo - beijar de língua, namorar e não ser de ninguém. Para comer a cereja é preciso comer o bolo todo e nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro estiver beijando outra, etc, etc, etc. Embora já saibam namorar, "os tribalistas" não namoram.

Ficar, também é coisa do passado.

A palavra de ordem hoje é "namorix". A pessoa pode ter um, dois e até três namorix ao mesmo tempo. Dificilmente está apaixonada por seus namorix, mas gosta da companhia do outro e de manter a ilusão de que não está sozinho.

Nessa nova modalidade de relacionamento, ninguém pode se queixar de nada.

Caso uma das partes se ausente durante uma semana, a outra deve fingir que nada aconteceu, afinal, não estão namorando. Aliás, quando foi que se estabeleceu que o namoro é sinônimo de cobrança? A nova geração prega liberdade, mas acaba tendo visões unilaterais. Assim como só deseja "a cereja do bolo tribal", enxerga somente o lado negativo das relações mais sólidas.

Desconhece a delícia de assistir a um filme debaixo das cobertas num dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto abraçado, roçando os pés sob as cobertas e a troca de cumplicidade, carinho e amor.

Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer bom dia, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, transar por amor, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter "alguém para amar".

Já dizia o poeta que "amar se aprende amando" e se seguirmos seu raciocínio, esbarraremos na lição que nos foi passada nas décadas passadas: relação é sinônimo de desilusão. O número avassalador de divórcios nos últimos tempos, só veio a confirmar essa tese e aqueles que se divorciaram ( pais e mães dos adeptos do tribalismo), vendem na maioria das vezes a idéia de que casar é um péssimo negócio e que uma relação sólida é sinônimo de frustrações futuras.

Talvez seja por isso que pronunciar a palavra "namoro" traga tanto medo e rejeição. No entanto, vivemos em uma época muito diferente daquela em que nossos pais viveram. Hoje podemos optar com maior liberdade e não somos mais obrigados a "comer sal junto até morrer".

Não se trata de responsabilizar pais e mães, ou atribuir um significado latente aos acontecimentos vividos e assimilados na infância, pois somos responsáveis por nossas escolhas, assim como o que fazemos com as lições que nos chegam.

A questão não é causal, mas quem sabe correlacional.

Podemos aprender a amar se relacionando, trocando experiências, afetos, conflitos e sensações. Não precisamos amar sob os conceitos que nos foram passados. Somos livres para optarmos! E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento... É arriscar, pagar para ver e correr atrás da felicidade. É doar e receber, é estar disponível de alma, para que as surpresas da vida possam aparecer. É compartilhar momentos de alegria e buscar tirar proveito até mesmo das coisas ruins.

Ser de todo mundo e não ser de ninguém é o mesmo que não ter ninguém também...É não ser livre para trocar e crescer...É estar fadado ao fracasso emocional e à tão temida solidão, com conexão de qualidade!

Impressões de Sampa


Foto feita no dia 20 de junho de 2005, no Jockey Clube de São Paulo.

Flores - por PH Salles


Imagens de um fotógrafo por hobbie e satisfação.
(foto realizada no casamento do Renato em 10 de setembro de 2005)

Raio X

  • Atrizes: Angelina Jolie, Marília Pera e Audrey Hepburn
  • Atores: Tom Cruise, Sean Conery e Pierce Brosnan
  • Roteiristas: Manoel Carlos, Nora Ephron, George Lucas e Peter Jackson
  • Diretores: Steven Spillberg e Peter Jackson
  • Escritores: Carlos Drummond de Andrade, Ernest Hemingway, Mário Prata, Edgar Allan Poe, Rubem Braga e Nelson Rodrigues.
  • Mulher: Lady Di
  • Homem: Meu pai
  • Um lugar no mundo: NY é claro
  • Um sonho: escrever
  • Uma realidade: muito trabalho
  • Um objetivo: ser feliz
  • Uma realização: estou em busca
  • Um amor: na verdade foram dois e nao ficaram para contar a história
  • Uma decepção: várias não dá para listar
  • O melhor momento: chegar em NY pela primeira vez em 1997.
  • Lugares para se ver: Grécia, Itália, Havaí, México e Vaticano.
  • Amigos: muitos
  • Inimigos: prefiro não conhecê-los

domingo, setembro 11, 2005

BH - 10 de setembro de 2005 - Casamento do Renato


Depois da despedida é hora de comemorar o casamento do Renato! Festa, muita festa!
(Paula, Cris e Dona Nora)

sábado, setembro 10, 2005

BH - 09 de setembro de 2005 - Despedida de Solteiro


Rever amigos que estão conquistando seus sonhos e seus objetivos é sempre muito bom. Aqui é a despedida de solteiro do meu grande amigo Renato. Após 17 anos de amizade, a gente se reuniu para celebrar mais esta importante realização de sua vida! Iuhuuu!
(Paulo Henrique, Cris e Renato)